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Tratamento para atrofia muscular

O que é atrofia muscular? Sintomas e melhores alternativas de tratamento

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Se você não sabe o que é atrofia muscular, neste conteúdo nós vamos explicar tudo sobre o assunto e porque ela é mais comum do que você imagina.

Bastante característica da terceira idade, a atrofia muscular consiste no enfraquecimento dos músculos, seja por falta de atividade física ou por doenças que afetam o sistema nervoso.

O tratamento envolve mudanças no estilo de vida, incluindo alimentação, prática de exercícios físicos contínuos e outras terapias auxiliares.

Vale lembrar ainda, que a prevenção também se dá por meio de exercícios físicos e de uma alimentação balanceada. 

Continue a leitura e saiba o que é atrofia muscular e como lidar com ela!

O que é atrofia muscular?

Atrofia muscular é um termo usado para descrever o processo de redução do volume de massa muscular. 

Ocorre tanto por desuso quanto pelo resultado de um mau funcionamento do sistema nervoso, desnutrição, doença crônica, lesões e muitas outras condições. 

As pessoas com atrofia muscular podem enfrentar dificuldades ao andar, falar e comer, bem como com outras funções corporais essenciais. 

É importante lembrar que a atrofia muscular tem tratamento, mas ainda mais importante que isso é se prevenir e evitar que ela aconteça, sempre que possível. 

O exercício físico é a principal recomendação para tentar reduzir seus efeitos na saúde geral e aumentar a qualidade de vida dos indivíduos. 

Além disso, terapias alternativas também podem ser úteis para aumentar o vigor físico, fortaleza muscular e bem-estar.

Tipos de atrofia muscular 

Tipos de atrofia muscular

Além de saber o que é atrofia muscular, é importante saber que existem dois tipos principais de atrofia muscular:

Atrofia Muscular Por Desuso

Neste caso, o nome da condição já explica porque ela acontece. Esse tipo de atrofia é associado à terceira idade e ao sedentarismo. 

Pode acontecer com passam muito tempo sentadas e não se exercitam, pessoas acamadas, devido à alimentação deficiente, dentre outros fatores.

Atrofia Muscular Neurogênica

Neste caso, que é mais grave, ocorre uma lesão no nervo que se liga ao músculo. Como os músculos se ligam ao cérebro através dos nervos, quando ocorre uma interferência nesse sistema os músculos podem ser prejudicados.

Essa interferência pode acontecer devido a doenças, acidente vascular cerebral, tumores e quedas.

Neste caso, estão incluídas as atrofias musculares espinhais, uma doença rara que afeta os neurônios motores, responsáveis pelos movimentos dos músculos. 

Leia também: Neoplasias hematológicas: o que você precisa saber sobre o assunto?

Quais são os sintomas da atrofia muscular?

Os principais sinais de que um indivíduo pode estar sofrendo com a condição é a fraqueza muscular e a perda de massa magra. 

É importante ficar atento a estes sintomas nos músculos:

  • fragilidade e fraqueza;
  • flacidez;
  • um membro maior que o outro;
  • perda de força em um grupo muscular;
  • movimentos limitados;
  • dores nas costas e postura inclinada;
  • dificuldade ao caminhar ou contrações involuntárias, principalmente no tendão de Aquiles;
  • perda de massa magra;
  • dificuldade para segurar a cabeça, se movimentar, respirar e engolir.

Como identificar uma atrofia muscular?

Quando a atrofia acontece no músculo espinhal, isto é, tem origem neurogênica, o diagnóstico é feito a partir de:

  • exames eletrodiagnósticos;
  • exame genético.

A equipe médica realiza um estudo de condução nervosa e o exame de eletromiografia (EMG), mas a confirmação do diagnóstico é feita através do exame genético que indica o gene afetado.

Para a atrofia muscular no geral, podem ser solicitados:

  • exames de imagem;
  • raio-x;
  • exame de sangue;
  • EMG;
  • tomografia computadorizada;
  • biópsia dos músculos;
  • estudos de condução nervosa.

Leia também: Bacteremia o que é: descubra tudo sobre a infecção na corrente sanguínea

Quais as principais causas da atrofia muscular?

Se você quer entender por completo o que é atrofia muscular, confira um pouco mais sobre as suas principais causas.

Causas da atrofia muscular

Doenças neuromusculares

As doenças neuromusculares compreendem um grupo de mais de 100 doenças que afetam os músculos devido a diferentes fatores, como por exemplo: 

  • neurônio motor;
  • junção neuromuscular;
  • nervo periférico;
  • raiz nervosa;
  • o próprio músculo.

Doenças neuromusculares são consideradas raras individualmente, mas somadas afetam uma quantidade significativa de pessoas.

Estima-se que 1 a cada 3 mil pessoas desenvolva (adquira) ou nasça (genética) com a condição.

Lesões musculares

Uma das causas da atrofia acontece quando uma lesão danifica um nervo que é ligado ao músculo.

Essa hipotrofia pode ser primária, isto é, quando a lesão atinge o próprio músculo ou secundária, quando o sistema nervoso central deixa de alimentar aquele músculo.

Inatividade física

Os músculos são estruturas que respondem a estímulos externos, tanto é que é possível ir à academia e fazê-los crescer. No entanto, quando não são utilizados, eles passam a atrofiar. 

Por isso, se uma pessoa está acamada, por exemplo, ou perde o movimento das pernas, é recomendado que sejam praticados exercícios físicos e fisioterapia para movimentar o músculo.

Também é comum que a atrofia muscular aconteça com astronautas que passam alguns dias longe da terra. Sem gravidade, não há peso, e por isso eles podem perder parte do tônus muscular.

Envelhecimento

Nos idosos, a perda de massa muscular é chamada de sarcopenia. Não é considerado uma doença, mas sim um processo natural da vida.

Ocorre, então, de maneira gradual a redução da quantidade e da qualidade das fibras musculares, o que gera dificuldade de contração muscular e perda de força.

No entanto, apesar de fazer parte de um desgaste natural, a sarcopenia pode e deve ser retardada por meio da atividade física.

Quais as doenças que causam atrofia muscular?

Algumas doenças neuromotoras são consideradas a causa da atrofia muscular neurogênica.

Confira algumas das principais:

  • doença de Lou Gehring;
  • síndrome de Guillain Barré;
  • doença de Charcot-Marie-Tooth;
  • distrofia muscular de Duchenne e Becker;
  • osteoartrite;
  • neuropatia;
  • poliomielite;
  • esclerose múltipla.

Leia também: Linfoma: sintomas, tratamento e diagnóstico do câncer que afeta o sistema linfático

Quais são as consequências da atrofia muscular?

Ao compreender o que é atrofia muscular também cabe saber que, a depender do grau e da qualidade do tratamento, ela pode afetar a qualidade de vida do paciente.

Isso não acontece, por exemplo, com uma pessoa que ficou alguns dias no espaço, como citamos no exemplo anterior, pois basta ele voltar e iniciar a prática de exercícios físicos para recuperá-los.

Mas em algumas condições, principalmente quanto a doenças neuromusculares, essa regeneração pode ser mais difícil e lenta.

Nesse caso pode ser necessário adaptações para melhorar a qualidade de vida do paciente, como por exemplo, respiradores, andadores, sondas, muletas, etc.

Qual o tratamento para atrofia muscular?

Tratamento para atrofia muscular

Exercícios físico e nutrição

Esses são os dois fatores-chave para tratar a atrofia muscular. A prática de exercícios físicos de forma regular faz o oposto da atrofia muscular.

Ela é a principal indicação em caso de atrofia muscular por desuso e deve ser levada a sério para prevenir a piora da perda e complicações relacionadas.

A natação é uma das práticas mais indicadas, pois não causa impacto nas articulações.

Remédios para atrofia muscular

O uso de medicação é mais indicado no caso de atrofia muscular neurogênica. Para isso, existe uma medicação específica para cada uma das doenças neurogênicas.

Junto à medicação, também são indicadas outras práticas que ajudam a fortalecer o músculo e vão na contramão da atrofia muscular. 

Com a Natcofarma você encontra diferentes medicamentos para a realização do seu tratamento. Confira! 

Suplementos nutricionais

Os suplementos nutricionais, que já são velhos conhecidos de quem pratica exercícios físicos e quer acelerar o ganho de massa muscular, também podem ser usados em casos de atrofia muscular.

Um estudo feito por pesquisadores italianos e publicado pela Revista Nutrients, mostrou os efeitos da suplementação na distrofia muscular de Duchenne.

Alguns dos nutrientes que contribuíram foram:

  • coenzima Q10;
  • curcumina;
  • genisteína;
  • melatonina;
  • resveratrol;
  • vitamina D, dentre outros.

Eletroterapia

Consiste no uso de corrente elétrica como estímulo muscular. A técnica é preventiva, mas além de ajudar a evitar a perda, também ajuda na recuperação da massa muscular perdida.

Os estímulos variam conforme a condição, a causa e o nível de perda muscular, podendo ajudar na contração, ganho de força e hipertrofia.

Alongamentos e fisioterapia

A fisioterapia ajuda a prevenir encurtamentos dos músculos e trabalha para melhorar a força muscular.

Com ajuda profissional, é possível retardar possíveis sequelas geradas nas distrofias musculares infantis, contribuindo para a coordenação, equilíbrio, aumento da força e alongamento, etc.

Terapia ocupacional

A terapia ocupacional também pode ajudar prevenindo o agravamento progressivo do que é a atrofia muscular.

Na atrofia muscular espinhal, por exemplo, a função dos terapeutas ocupacionais é auxiliar na otimização das atividades funcionais básicas.

Ao longo da prática é possível trabalhar a fraqueza muscular, o controle da postura, a melhora do alongamento, exercícios que trabalham movimentos e função motora, dentre vários outros.

O profissional pode ajudar a buscar independência para atividades básicas, como se vestir, por exemplo, e, assim, contribuir para a melhora da qualidade de vida do paciente.

A Natcofarma produz medicamentos que ajudam a retardar a incapacidade física de pacientes com esclerose múltipla. 

Conheça os nossos medicamentos e saiba mais sobre o tratamento!

Conclusão

Agora você já sabe o que é atrofia muscular e quais são as causas para a condição, certo?

A prevenção se faz assim como se faz a prevenção de grande parte das doenças: através do exercício físico e de uma boa alimentação.

Já dentre os tratamentos, há uma série de técnicas que podem ser usadas e aqui, novamente se destacam os exercícios físicos, mas também alongamentos, fisioterapia, eletroterapia, suplementos e medicações.

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