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tipos de câncer

Tipos de câncer: câncer de tumores sólidos 

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Os tipos de câncer variam amplamente, pois essa é uma doença complexa e abrangente, caracterizada pelo crescimento descontrolado de células que podem invadir tecidos adjacentes e se espalhar para outras partes do corpo. 

Existem mais de 100 tipos de câncer, classificados conforme a origem celular. Carcinomas, por exemplo, se desenvolvem em tecidos epiteliais, enquanto sarcomas surgem em tecidos conjuntivos como ossos e músculos.

A detecção precoce e a prevenção são cruciais, pois aumentam as chances de tratamento bem-sucedido. 

Além disso, medidas preventivas, como hábitos saudáveis e exames regulares, são fundamentais para reduzir o risco e melhorar a qualidade de vida.

Entenda mais ao longo desta leitura!

O que é câncer?

Câncer é uma designação ampla que abrange mais de 100 tipos distintos de doenças malignas que compartilham o crescimento desordenado de células, as quais podem infiltrar-se em tecidos vizinhos ou disseminar-se para órgãos distantes.

Tal descrição é dada pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA),  que ainda destaca que por conta de sua rápida divisão, essas células tendem a ser altamente agressivas e desafiadoras de controlar, resultando na formação de tumores que podem se disseminar para outras partes do corpo.

Além disso, os diversos tipos de câncer correspondem aos diferentes tipos de células encontradas no organismo.

Por exemplo, aqueles que se originam nos tecidos epiteliais, como a pele ou as mucosas, são classificados como carcinomas. 

Já os que têm sua origem nos tecidos conjuntivos, como osso, músculo ou cartilagem, são conhecidos como sarcomas.

Tipos de tumores

Os tumores, também conhecidos como neoplasias, são caracterizados pela proliferação anormal de tecido. 

Essa condição pode ser categorizada como benigna ou maligna.

  • Neoplasia benigna, ou tumor benigno, se manifesta por uma massa bem definida, com células semelhantes às do tecido de origem. Não há invasão de tecidos próximos nem ocorrência de metástase. Exemplos incluem lipoma, adenoma e mioma.
  • Neoplasia maligna, ou tumor maligno, é caracterizada por uma massa com limites difusos e células distintas do tecido original. Seu crescimento é rápido e invasivo, capaz de infiltrar tecidos próximos, com potencial de metástase.

Tipos de câncer mais comuns

Embora existam numerosos casos, os tipos de câncer mais comuns nem sempre são aqueles que resultam em maior número de óbitos. Conheça abaixo quais são.

Câncer de Pulmão

A principal causa deste câncer está ligada ao tabagismo, responsável por cerca de 65% das mortes relacionadas, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde.

Neste cenário, os fumantes do sexo masculino têm 25 vezes mais chances de desenvolver câncer de pulmão do que os não fumantes, enquanto as mulheres têm 25,7 vezes mais propensão, de acordo com o Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

Vale destacar que esse é um dos tipos de câncer que pode ser assintomático na fase inicial, porém, posteriormente, manifesta-se através de:

  • tosse frequente;
  • dor no peito;
  • dificuldade para respirar;
  • episódios de pneumonia ou bronquite recorrentes;
  • rouquidão;
  • tosse com muco sanguinolento. 

Câncer Colorretal

Este câncer afeta o cólon e o reto. Os tumores podem se desenvolver em qualquer parte desses órgãos e têm potencial de se disseminar para outras áreas do corpo, como fígado, pulmões e ossos.

Os sintomas incluem:

  • diarreia;
  • prisão de ventre;
  • sensação de esvaziamento incompleto do intestino;
  • presença de sangue nas fezes;
  • dores abdominais;
  • perda de peso inexplicada;
  • fadiga;
  • náuseas ou vômitos. 

Câncer de Fígado

Os sintomas do câncer de fígado incluem:

  • perda de peso inexplicada;
  • fadiga;
  • satisfação precoce após pequenas refeições;
  • falta de apetite;
  • dor abdominal persistente;
  • inchaço abdominal;
  • coloração amarelada da pele e olhos;
  • sensação de peso no fígado. 

Câncer Gástrico

Os fatores de risco para o câncer gástrico incluem tabagismo, infecção por H. pylori e doenças hereditárias. 

Os sintomas podem variar dependendo da localização das células cancerosas no estômago.

Câncer de Mama

O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, mas se detectado precocemente, é controlável, embora continue sendo uma das principais causas de morte por câncer em pacientes do gênero feminino.

As taxas de sobrevivência variam significativamente entre regiões e são influenciadas pela disponibilidade de programas de rastreamento.

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Sintomas de câncer

  • Perda de peso sem fazer regime ou praticar atividades físicas
  • Fadiga intensa realizando pequenas tarefas
  • Desconforto persistente
  • Febre intermitente, sem utilizar medicamentos
  • Modificações nas evacuações
  • Desconforto ao urinar ou urina de coloração escura
  • Dificuldade para cicatrização de feridas
  • Hemorragias
  • Alterações na pele
  • Inchaço e protuberâncias nas glândulas
  • Dificuldade em deglutir
  • Rouquidão e tosse persistente por mais de 3 semanas
  • Perda de peso sem fazer regime ou praticar atividades físicas
  • Fadiga intensa realizando pequenas tarefas
  • Desconforto persistente
  • Febre intermitente, sem utilizar medicamentos
  • Modificações nas evacuações
  • Desconforto ao urinar ou urina de coloração escura
  • Dificuldade para cicatrização de feridas
  • Hemorragias
  • Alterações na pele
  • Inchaço e protuberâncias nas glândulas
  • Dificuldade em deglutir
  • Rouquidão e tosse persistente por mais de 3 semanas

Leia também: 04 de fevereiro: Dia Mundial de Combate ao Câncer

Importância do diagnóstico precoce e prevenção

O diagnóstico precoce e a prevenção são fundamentais na luta contra os tipos de câncer, pois identificar a doença em estágios iniciais aumenta significativamente as chances de tratamento bem-sucedido e de cura. 

Além disso, medidas preventivas, como hábitos saudáveis e exames regulares, podem ajudar a reduzir o risco de desenvolver câncer, proporcionando uma melhor qualidade de vida e bem-estar.

Tipos de câncer:  câncer hematológico

Os tipos de câncer derivados das células sanguíneas são denominados cânceres hematológicos, tratando-se de neoplasias capazes de circular pelo corpo, sendo conhecidas como “tumores líquidos”. 

Tais tumores impactam a produção e o funcionamento das células sanguíneas, o que pode ocasionar diversas complicações de saúde. 

Neste cenário, destacamos que, dada a complexidade dessas condições, a avaliação e terapia dos tumores hematológicos devem ser conduzidas por uma equipe especializada de hematologistas/oncologistas, profissionais médicos especializados no tratamento de cânceres do sistema hematopoiético.

Principais tipos de câncer hematológico

Existem dois tipos primários de tumores hematológicos: linfomas e leucemias. 

  1. Linfomas: originados nos linfócitos, um tipo de célula branca do sangue que integra o sistema imunológico. São subdivididos em linfomas Hodgkin e linfomas não Hodgkin.
  2. Leucemias: iniciam-se nas células precursoras da medula óssea, que eventualmente se desenvolvem em glóbulos brancos (leucócitos). Classificam-se em:
  • leucemia mieloide aguda;
  • leucemia mieloide crônica;
  • leucemia linfoblástica aguda;
  • leucemia linfoblástica crônica.

Como diagnosticar o câncer hematológico

O diagnóstico do câncer hematológico é realizado por uma equipe multidisciplinar especializada em hematologia/oncologia e envolve uma avaliação clínica detalhada, exames de sangue e de medula óssea, além de exames de imagem como TC, RM e PET-CT. 

Testes específicos, como imunofenotipagem e citogenética, também podem ser necessários. 

Assim, a confirmação do diagnóstico é feita com base nos resultados dos exames e na avaliação patológica das amostras de tecido.

Impacto do tratamento correto

O impacto do tratamento adequado para todos os tipos de câncer, incluindo tumores hematológicos, é significativo, pois pode resultar em remissão da doença, melhoria na qualidade de vida e aumento da sobrevida dos pacientes. 

Um tratamento correto, baseado em protocolos atualizados e individualizado para cada paciente, é essencial para alcançar esses resultados positivos.

Como auxiliar um paciente diagnosticado com câncer hematológico

Auxiliar um paciente diagnosticado com câncer hematológico e outros tipos de câncer envolve:

  • oferecer apoio emocional;
  • acompanhamento durante consultas médicas e tratamentos;
  • fornecer informações claras e precisas sobre a doença e opções de tratamento;
  • ajudar na organização de recursos e suporte para lidar com os desafios físicos, emocionais e financeiros que possam surgir durante o processo. 

Também é crucial demonstrar empatia, incentivar a comunicação aberta e estar presente para oferecer suporte contínuo ao paciente e à família. 

Além do mais, é fundamental proporcionar um ambiente propício para que o paciente possa expressar seus sentimentos, tais como medos, ansiedades, tristezas e preocupações, promovendo sua saúde mental e conectando-o a grupos de apoio para reduzir o isolamento social.

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Qual o tratamento do câncer hematológico

O câncer hematológico, por sua natureza “líquida”, não pode ser tratado com cirurgia, sendo a quimioterapia, radioterapia e imunoterapia as abordagens mais comuns. 

Quando o paciente apresenta imunossupressão severa devido às altas doses de quimioterapia e radioterapia, transfusões sanguíneas ou transplante de medula óssea podem ser adicionados ao tratamento. 

Em todo caso, é crucial discutir com o médico a melhor estratégia para cada situação individual, considerando as particularidades de cada paciente.

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Conclusão

Entender os tipos de câncer é crucial para identificar seus sinais e sintomas, visando diagnósticos precoces e tratamentos adequados. 

Como você viu, particularmente nos cânceres hematológicos, caracterizados por sua natureza “líquida”, não podem ser tratados com cirurgia, sendo a quimioterapia, radioterapia e imunoterapia as abordagens mais comuns, com possibilidade de recorrer ao transplante de medula óssea em determinados casos. 

A compreensão desses aspectos é essencial para garantir uma abordagem terapêutica correta, visando a remissão da doença e a melhoria da qualidade de vida dos pacientes.

Referências

Veja também:

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